A violência marcou Porto Alegre em 2016. E diferente de outros anos, roubaram a cena ataques armados a unidades de saúde. Nem mesmo a segurança reforçada de hospitais foi empecilho para a criminalidade.
(…)
A Prefeitura de Porto Alegre informou, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), que 23 unidades de saúde tiveram que interromper as atividades devido a conflitos armados ou episódios de violência. Os casos ocorreram entre abril de 2015 até junho de 2016.
Ainda por meio da LAI, a prefeitura informou que as situações de violência não eram monitoradas antes desse período. Em nota, o Executivo informou que a falta de acompanhamento, anterior a esse período, se deve porque os casos "ocorriam esporadicamente".
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