A crise hídrica levou os governos a cobrarem da população ações para economia de água, a partir de campanhas educativas ou mesmo com multas a quem desperdiça. Se o alerta denota preocupação, quer dizer que todo o poder público está dando o exemplo, certo? Não necessariamente.
Por meio da Lei de Acesso à Informação, A GAZETA obteve dados do consumo e valores dos “talões de água” dos seis principais prédios dos Poderes e órgãos do Estado, em 13 meses – de setembro de 2014 a setembro de 2015.
Se comparados o primeiro e o último mês da série, observa-se que as sedes do Ministério Público (MPES) e da Assembleia Legislativa, na Enseada do Suá, gastaram mais.
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