Fonte: Extra, via O Globo (15.jun.2015)
Quando foi anunciada pela Secretaria de Segurança e pelo governo federal, em 2012, a ocupação do Morro Santo Amaro, no Catete, pela Força Nacional seria provisória. Com fundos do programa “Crack, é possível vencer”, cujo objetivo é combater o tráfico e o consumo da droga, a operação duraria seis meses, até a instalação de uma UPP no local. Três anos depois, a unidade ainda é promessa, e a presença de 91 agentes federais na favela já soma R$ 23 milhões, entre diárias e custos com manutenção e combustível. O investimento, contudo, não se reflete em resultados: no período, a Força Nacional apreendeu apenas 573g de crack e deteve cinco pessoas por tráfico de drogas no local.
As planilhas de prisões, apreensões e custos operacionais foram obtidas pelo EXTRA via Lei de Acesso à Informação junto ao Ministério da Justiça. A maior parte do gasto está nas diárias pagas aos 69 policiais e 22 bombeiros que ocupam o local.
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