O ministro das Relações Exteriores, José Serra, ignorou três posições contrárias de áreas técnicas do Itamaraty e renovou a concessão de passaporte diplomático ao pastor Samuel Cássio Ferreira e à mulher do religioso, Keila Campos Ferreira. Samuel é investigado na Lava-Jato por supostamente lavar R$ 250 mil de propina destinada ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O dinheiro foi depositado em conta da igreja Assembleia de Deus, cujo diretor registrado na Receita é Samuel.
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A área técnica do ministério foi de forma unânime contrária à concessão dos passaportes. O GLOBO obteve cópia do processo pela Lei de Acesso à Informação.
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