Mesmo sem apontar nenhum político como suspeito de desviar recursos da Petrobras, a CPI da Câmara dos Deputados criada para investigar a estatal gastou pelo menos R$ 107 mil para tomar depoimentos de pessoas que, no entanto, ficaram em silêncio para não se incriminar. Os gastos com passagens aéreas, taxas de embarque e de hospedagem foram obtidos pelo Metrópoles por meio da Lei de Acesso à Informação.
Entre a criação da CPI, em fevereiro, e o início deste mês, foram 12 sessões em que a defesa dos supostos envolvidos aconselhou o cliente a ficar calado.
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