A crise hídrica levou os governos a cobrarem da população ações para economia de água, a partir de campanhas educativas ou mesmo com multas a quem desperdiça. Se o alerta denota preocupação, quer dizer que todo o poder público está dando o exemplo, certo? Não necessariamente.
Por meio da Lei de Acesso à Informação, A GAZETA obteve dados do consumo e valores dos “talões de água” dos seis principais prédios dos Poderes e órgãos do Estado, em 13 meses – de setembro de 2014 a setembro de 2015.
Se comparados o primeiro e o último mês da série, observa-se que as sedes do Ministério Público (MPES) e da Assembleia Legislativa, na Enseada do Suá, gastaram mais.
Nova portaria do Itamaraty fragiliza garantias da Lei de Acesso à Informação
Prêmio Cadeado de Chumbo 2025 revela os campeões da falta de transparência no poder público
Em sua primeira edição, Prêmio Acesso Livre abre indicações
Consulta pública sobre governança e compartilhamento de dados está aberta até 22 de agosto
MGI retoma acesso a documentos no Transferegov após pressão por transparência
Carta aberta: organizações de Transparência são contrárias ao envio do PL para alterar a LAI ao Congresso
Às vésperas das eleições, CPFs de candidatos continuam sob sigilo indevido
TSE inclui sugestões do Fórum em resolução sobre condutas vedadas a agentes públicos durante eleições 2024
Rondônia impõe sigilo sobre atividades do governador e vice-governador do estado
Fórum apresenta sugestões ao TSE para evitar apagão de dados durante período eleitoral
Todo o nosso conteúdo pode ser publicado ou reutilizado de forma gratuita, exceto a maioria das fotografias, ilustrações e vídeos.