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Nos últimos cinco anos, 50 mil quilos de medicamentos comprados ou sob tutela do Estado foram parar no lixo, com prazo de validade vencido — um prejuízo aos cofres públicos de R$ 26,7 milhões, em valores corrigidos pela inflação. Com essa verba, seria possível bancar dois anos de merenda escolar ou dois meses de manutenção de rodovias gerenciadas pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer).
A boa notícia é que o Estado vem conseguindo reduzir esse desperdício. Em 2015, 5 mil quilos de fármacos tiveram como destino aterros sanitários da Região Metropolitana — queda de 40,5% em relação a 2014. O volume recorde foi registrado em 2011, quando 18 mil quilos foram descartados. Os dados foram obtidos via Lei de Acesso à Informação.
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