O presidente do CPB (Comitê Paralímpíco Brasileiro), Andrew Parsons, é acusado de usar dinheiro público da Lei Agnelo/Piva para pagar viagens de luxo para si e sua mulher, Marcela Frias Pimentel Parsons, que o acompanhava em descolamentos internacionais representando a entidade.
Nestas ocasiões, ela seria falsamente apresentada em ofícios como funcionária do comitê, no cargo de coordenadora. Dessa forma, ganharia passagens aéreas em classe executiva e teria recebido reembolso de diárias de viagem por conta da entidade. Isso teria acontecido nos anos que antecederam os Jogos Paraolímpicos 2016.
As informações fazem parte de um processo de Tomada Especial de Contas aberto pelo TCU (Tribunal de Contas da União) para averiguar irregularidades com dinheiro público no âmbito do CPB, ao qual o UOL teve acesso na íntegra via Lei de Acesso à Informação.
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