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Dos 211 processos que passaram por todas as instâncias administrativas da área médica e envolviam profissionais do Estado, apenas 1,9% terminaram em cassação do registro profissional, número abaixo inclusive do resto do país, cuja média é de 2,7%. Do total de queixas, 71% acabam em absolvição ou penas brandas e confidenciais, sem divulgação pública.
Neste intervalo de sete anos apenas quatro médicos catarinenses foram impedidos permanentemente de exercer o ofício em Santa Catarina. Os dados foram repassados pelo CFM, via Lei de Acesso à Informação.
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