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Há cerca de 28 mil amostras de crimes sexuais no Brasil sem processamento do DNA, segundo estimativa do Ministério da Justiça. O GLOBO mapeou dados de 23.792 casos, por meio de pedidos encaminhados aos estados via Lei de Acesso à Informação nos últimos dois meses. Oito unidades da Federação responderam aos questionamentos da reportagem. A maior parte alegou desconhecer o tamanho do estoque de vestígios de estupro ou simplesmente não deu retorno, caso do Rio de Janeiro.
A inserção desses vestígios no Banco Nacional de Perfis Genéticos, conhecido popularmente como banco de DNA e usado largamente em países desenvolvidos, significaria um salto nas investigações de crimes sexuais no Brasil, garante o perito criminal federal Hélio Buchmüller, presidente da Academia Brasileira de Ciências Forenses.
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