Fonte: Folha de S.Paulo (18.mai.2015)
Filme mais aguardado —e polêmico— da história recente do cinema nacional, "Chatô: O Rei do Brasil", de Guilherme Fontes, é uma "cinebiografia sem escrúpulos", repleta de sexo, palavrões, violência, álcool e charutos.
Isso, de acordo com avaliação do Ministério da Justiça, que recebeu cópia do longa para definir a classificação indicativa e determinou, na última sexta (15), que a obra não é recomendada para menores de 14 anos. A informação foi antecipada pela Folha.
(…)
O relatório da classificação foi solicitado pela Folha ao Ministério da Justiça.
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